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Truque combinatorial com cartas

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por Samir Gorsky

O truque com as cartas envolve um esquema combinatório sim, vou simplificar um pouco para ficar mais fácil para eu explicar. pense o seguinte:

1 4 7
2 5 8
3 6 9

os números representam as cartas...com variações vc pode fazer a mágica com números diferentes de cartas (o truque original e com 7 cartas)

escolhe-se uma carta ao acaso...por exemplo 3

recolhe-se as cartas da seguinte maneira:

a a carta de baixo fica em cima da pilha formada pela coluna a que ela pertence

exemplo

3 2 1

e a pilha da carta escolhida fica no meio das duas outras em resumo, vc recolhe as cartas de modo que a ordem (quando as cartas estão com a face virada para ti) é:

6 4 5 3 2 1 9 8 7

distribui-se novamente as cartas da seguinte maneira

6 4 5
3 2 1
9 8 7

ou

poder-se-ia ter a seguinte configuração

9 8 7 3 2 1 6 5 4

e a distribuição seria

9 8 7
3 2 1
6 5 4

percebe-se que o 3 continua na mesma posição...

recolhe-se as cartas da mesma forma que foi feito na primeira etapa

a ordem será então (a outra possibilidade levará ao mesmo resultado esperado e relevante):

5 2 8 6 3 9 7 1 4

distribuindo as cartas da mesma forma que na etapa anterior:

5 2 8
6 3 9
7 1 4

depois recolhe-se as cartas com a face virada para baixo e a coluna da carta escolhida 3 entre as outras duas.

nesta mágica sempre deve-se perguntar em qual coluna a carta escolhida está

a ordem das cartas (viradas com a face para baixo) será:

8 9 4 2 3 1 5 6 7

tira-se a ultima carta do baralho (7) se voce dispor as cartas restantes em dois grupos de 4 poderia fazer da seguinte forma com a face para baixo (neste ponto sabe-se que a carta escolhida é a quinta pois os processos anteriores sempre deixam esta carta no meio da coluna do meio.

a) 8 9 4 2 b) 3 1 5 6

pede-se para se escolher um dos montes se a escolha for por exemplo

a)

então retira-se este

pede-se para se escolher duas cartas

(voce sabe que a primeira carta do monte é a esperada)

portanto retire as duas cartas que não possuem a carta esperada

exemplo: se foi escolhido 6 5 retire elas

se for escolhido 3 e 5 retire 1 e 6 (não explique muito para que não percebam que vc está retirando as cartas conforme a sua escolha)

repetindo-se a questão vc chega na carta escolhida.

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Thaumas - Referências

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Por Samir Gorsky

Thaumas é a divindade relacionada ao sentimento de admiração. Uma das principais referências que temos é a de Platão que, no Teeteto, afirma ser adequada a genealogia que relaciona a filosofia a Thaumas.

O presente texto tem por objetivo listar as referências gregas à Thaumas.

Thaumas, Antos: Teogonia de Hesíodo 235, 265, 780 e Platão, Teeteto 155d.

Thaumatzo, pode ser traduzido como admiração. Em francês são usados “s’étonner”, “voir avec étonnement”, “admiration”, “admirer”, “vénérer”, “honorer”.

Encontrado em:

Homére. Poète épique, vers 850 av. J. C. [Ed. De La Roche, 1867-76; A. Nuck, 1874-77; Christ, 1884; Ameis-Hentze, 1877-88, ET Cauer, 1886-87; P. Mazon, V. Bérard, C. Budé]. Ilíada 24, 394.

Hérodote, d’helicarnasse historien, 5ª s. av. J. C. : fragments [Ed. Müller. Frag. Hist. Gr., 1839-57]. 1,68.

Em plutarco temos a seguinte passagem, que traduzido do grego para o francês fica assim "ne s'étonner de rien" significando em português "não surpreende em nada" (Cf. PLUTARQUE, de Chéronée, Philosophe et biographe, de 46 apr. J. C. à 126 env. [éd. Vies Parallèles, Im Bekker, 1855-57; Flacerière, C. Budé Morales de Fr. Lübner, 1846-55, Didot] Morales, 44b.)

Em Isocrates, Archid há uma passagem que trata de admiração sobre um gênero de pessoas "admirer ceux qui veulent". Em Tucidites sobre um gênero de fatos, Historiador ateniense, em seu livro sobre a guerra do Peloponeso 4, 85 e 7, 63.

La taumaturgia (parola formata a partire dal greco θαῦμα thaûma, tema thaumat-, "miracolo" e ἔργον érgon "lavoro") è un ramo della religione che si occupa dei prodigi e dei miracoli. (ver Platão, Leis 675a)

Alcuni preferiscono distinguere la taumaturgia dalla teurgia che si occupa dei miracoli in senso stretto, cioè prodigi a carattere religioso e non magico.

Questa differenza rimane molto sottile, se non fine a se stessa: infatti non si può dimenticare l'importanza che ha, per la religiosità popolare come per la Chiesa cristiana, la facoltà del santo di essere anche taumaturgo.[1]

Inoltre rispondono a questo appellativo i re detti "taumaturghi", cioè capaci di fare miracoli, i re francesi (dai merovingi alla rivoluzione) e i re inglesi (dai normanni alla guerra delle due rose).


Bibliografia

BAILLY, A. Dictionnaire grec-français - Rédigé avec le concurs de E. Egger.. Librairie Hachette, Paris 1950.

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