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O problema da omissão ou ausência de dados no processo de pesquisa científica

Anpof 2012

Samir Gorsky

Abstract:  É comum encontrarmos a ideia de que a informação é constituida dos data mais seus significados. Segundo Floridi (Floridi:2010), a compreensão da natureza dos data pode ser dada através da compreensão dos modelos nos quais esses data são apagados, distorcidos ou perdidos. Suponha um livro escrito com símbolos que não sabemos como interpretar. Em um determinado momento os símbolos que constituem esse livro são apagados até que sobrem apenas páginas em branco. Mesmo nesse caso essas páginas em branco constituem data. A ausência de sinais percebidos pode ser considerado um dado. Essa ausência é informativa desde que seja percebida em contraste com a possibilidade da presença de sinais. Para que haja um destruição efetiva de data é necessário um cenário sem distinção entre a presença e ausência dos dados, ou seja, deve-se eliminar todas as possíveis diferenças existentes entre a presença e ausência dos dados. Portanto, um dado pode ser visto como falta de uniformidade. O presente trabalho tem por objetivo analisar a importância de data negativos ou que sejam produtos da ausência de sinais como fonte de informação no processo de pesquisa científica.

Exainundação ou do exabyte ao zettabyte.

Texto baseado em trechos do livro Information, a very short Introduction de Luciano Floridi (Tradução: Samir Gorsky) 

 Em 2003, pesquisadores da escola de Berkeley de administração da informação e de sistemas estimaram que a humanidade acumulou 12 exabytes de dados no curso de toda a sua história até a produção dos primeiros computadores a partir dos anos 50 do século XX (1 exabyte corresponde a 1.000.000.000.000.000.000 Bytes (segundo SI), mas comumente se usa como sendo 1 EB = 1 152 921 504 606 846 976 Bytes, ou seja 50000 anos de vídeo com qualidade de DVD).Eles também calcularam que mídias de armazenamento em impressão, filme, dispositivos magnéticos e óticos já produziram mais do que 5 exabyte de dados apenas em 2002. Isso é equivalente à 37000 novas bibliotecas do tamanho da biblioteca do congresso estadunidense.

Logos, Informação e Realidade

Quando se enuncia o termo realidade, o que é referenciado de fato é uma teoria
sobre a realidade. Apesar de toda intenção em falar da realidade mesma e não de uma teoria, a realidade não pode ser definida apenas nesta esfera da linguagem que é a linguagem verbal. Nem mesmo parte da realidade pode ser assim determinada. Não podemos falar a realidade (ou o ser), todavia ainda não se deve calar sobre este assunto. É somente pela significação
de nossos termos ou elementos linguísticos-verbais (de sua forma e conteúdo) que podemos concluir que a realidade não se reduz apenas ao que pode ser descrito pela linguagem conceitual. Contudo, a linguagem não é vazia de conteúdo real. Sua semântica, construída cultural-historicamente guarda uma grande quantidade de informação acerca da experiência de
realidade. Pode-se refletir assim que a linguagem conceitual é uma memória cultural e individual com razoável teor estatístico-semântico acerca da totalidade de experiências conscientes culturais e individuais. O objetivo de tamanha construção é obter um ``espelho ideal'' da physis, ou pelo menos de suas estruturas básicas.
A civilização é conduzida neste percurso (leito) linguístico-conceitual de tal forma que qualquer outro ser que não ``fale'' ou compreenda o(s) núcleo(s) lógico(s) da(s) teoria(s) linguística(s) da(s) realidade(s) vigente(s), não poderá participar de nenhum ``jogo'' conceitual-comunicativo com qualquer outro ser racional no sentido desta
comunidade (civilização).

Site Pessoal

Livro (Introdução à computação)

Abixo algumas informações colhidas do seguinte livro:

Título: Introdução Ilustrada à Computação
Autor: Larry Gonick
Ed. Harbra.
São Paulo 1984




Tabulador de Hollerith

Herman Hollerith - Inventou máquinas perfuradoras de cartões. Fundou uma companhia (IBM)




Konrad Zuse, nascido em 1910 (primeiro computador eletromecânico)
O computador Z-1 foi construído em 1936.




II guerra mundial
Computador: Mark I (marinha, Harvard e IBM - EUA)
Lançado em 1944 (prof. Howard Aiken)

J. Presper e John Mauchly: ENIAC

John Von Neumann: Programa ordenado - ordenar e entrelaçar

Transistor (stanford)




Swan-pan = Tabuleiro aritmético

Japoneses antigos calcularam Pi com 50 casas decimais

Bug = Inseto ou defeito no cpu

Um japones antigo construiu um Swan-Pan gigante

Calx = Mármore
Cálculo = bolinha de mármore usada no ábaco romano

Wilhelm Schickard (1592-1635) - Inventou uma máquina de calcular (que se perdeu)

Joseph Marie Jacquard - Inventou um tear mecânico com uma leitora automática de cartões

Lei de Babbage - Nunca se constroem os computadores a tempo

Chemists craft molecular keypad lock

By Darren Murph

While the folks behind the AACS could probably use a few pointers about constructing a sufficient lock of their own, a group of scientists at the Weizmann Institute of Science in Rehovat, Israel have crafted a molecule-sized "keypad lock" that "only activates when exposed to the correct password, a sequence of chemicals and light." Organic chemist Abraham Shanzer and his colleagues suggest that their invention could "lead to a new level of safeguards for secret information," but we tend think the infamous hackers of the world would inevitably crack the code. Nevertheless, the molecule -- dubbed FLIP -- houses a core linker that mimics a bacterial compound that binds to iron, and attached to it are two molecules that respectively can glow either blue or green. Using three "buttons," which just so happen to be an acidic molecule, an alkaline compound, and ultraviolet light, the lock can be "opened" if given the right sequence of chemicals and light, and there's a grand total of two noticeable results possible. Interestingly, the researchers have insinuated that their creation could be used to recognize "when certain sequences of chemicals (like harmful toxins) are released in the body," but we haven't heard a 10-4 from the US Army just yet.

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